Resumo rápido
- Acessibilidade é obrigação de todo site público.
- Libras, alto contraste e ajuste de fonte são o mínimo esperado.
- O site precisa funcionar só com teclado e com leitor de tela.
- Dá para testar o básico em 10 minutos.
Quem depende de um site acessível
Pessoas surdas que se comunicam em Libras, pessoas cegas que usam leitor de tela, pessoas com baixa visão, idosos e quem tem dificuldade motora e não usa mouse. Para elas, um site sem acessibilidade é uma porta fechada para serviços públicos.
O que não pode faltar
- Tradução para Libras com o VLibras, a ferramenta gratuita do governo federal.
- Alto contraste e ajuste de fonte em botões visíveis no topo.
- Atalhos de teclado para ir direto ao conteúdo, ao menu e ao rodapé.
- Imagens com descrição para quem usa leitor de tela.
- Formulários com rótulos claros e mensagens de erro compreensíveis.
- Página de acessibilidade explicando os recursos do site.
- Funcionamento no celular, onde está a maior parte dos acessos.
Teste rápido em 10 minutos
- Navegue pelo site só com a tecla Tab. Você consegue chegar a todos os links e ver onde está?
- Ative o alto contraste. O texto continua legível?
- Aumente a fonte. A página continua organizada?
- Abra no celular. Dá para ler sem dar zoom?
- Procure o ícone de mãos do VLibras. Ele traduz o texto?
Se alguma resposta for "não", o site precisa de ajustes. O site do Grupo FJJ tem todos esses recursos e serve de exemplo.
Na hora de contratar
Peça ao fornecedor que demonstre os recursos funcionando, e não só que os declare na proposta. Acessibilidade também deve fazer parte do aceite: o órgão só recebe o site depois de testar.